segunda-feira, junho 22, 2009

Dos fracos não reza a História


Não só é saloia, esta discussão sobre o TGV, mas também é absolutamente oportunista. Não só a nossa condição periférica, como quem viaja regularmente não tem dúvidas de que esta obra tem de se fazer e, rapidamente. É importante para o país e para o espaço comum da União Europeia que nos pagou a maior parte das nossas grandes obras nas últimas décadas e nos financiará mais esta.
Portugal precisa de uma ou duas ligações de alta velocidade, (transporte do futuro) uma a partir de Lisboa e outra do Porto (via Vigo) para a Europa e eu acredito que até o PSD as fará, se (algum dia) for governo. Este projecto de alta velocidade só não se fará se, a sociedade portuguesa se deixar levar por uma conduta provinciana oportunista, na baixa política e da perspectiva económica irremediável do mais miserabilista que há.
Como é bom admirarmos hoje alguns belos exemplos do nosso património construído, (ainda que reduzido) construído com orgulho e, porque não dizê-lo, com alguma vaidade e emoção. Ainda bem que Portugal teve em determinadas épocas, HOMENS com eles no sítio, que tiveram a coragem de se libertar da mediocridade e do nosso inevitável provincianismo. São estes HOMENS que da lei da morte se libertaram. Sem eles nada haveria que marcasse a Cultura Lusitana e seríamos aquilo que muitos políticos oportunistas medíocres provincianos, (sem honra nem glória), pretendem: continuar a fazer do povo português um povo atrasado, néscio, ignorante que nada tem a ver com a modernidade. Isso já foi, agora, ainda não se aperceberam que estão a perder o seu tempo porque estes pacóvios espertalhotes estão agora precisamente desse lado. O povo português entrou definitivamente na Modernidade e já olha para o Futuro com expectativa.
Definitivamente dos fracos não reza a História.

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