quarta-feira, abril 29, 2009



A (in)Justiça de quem, desgraçadamente, dependemos


Dom Januário Torgal Ferreira classificava a «forma como a Justiça está a ser traduzida», como um «espectáculo degradante a que estamos a assistir em Portugal».
O Bispo da Forças Armadas considerava que «quem souber o mínimo de direito, do seu exercício e aplicação, sente-se envergonhado».
Quero querer que não é apenas este Bispo, Dom Januário Torgal Ferreira, que está envergonhado do espectáculo degradante da Justiça em Portugal, mas antes todo o povo português que além da vergonha do espectáculo degradante é a vergonha da inoperância, da ineficácia, da morosidade e, sobretudo, a vergonha de uma Justiça desigual para os cidadãos deste país, à face da Constituição Portuguesa. Uma verdadeira vergonha para toda a sociedade, esta (in)Justiça de quem dependemos neste suposto Estado de Direito.

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